terça-feira, 12 de maio de 2015

O Tédio.

Vou falar de Zona de Conforto , falando do que antecede o Tédio
Voy a hablar de Comfort Zone , hablando de lo que precede a la Aburrimiento


“No fundo, as pessoas reclamam, mas adoram a rotina”, eu disse.
“Claro, e a razão é muito simples: a rotina lhes dá a falsa sensação de que estão seguros. Assim, o dia de hoje será exatamente igual ao dia de ontem, e o amanhã não trará surpresas. Quando a noite chega, parte da alma reclama que nada de diferente foi vivido, mas a outra parte fica contente – paradoxalmente, pela mesma razão.
Evidente que esta segurança é totalmente falsa; ninguém pode controlar nada, e uma mudança aparece justamente no momento mais inesperado, pegando a pessoa sem condições de reagir ou lutar.”
“Se somos livres para decidir que queremos uma vida igual, porque Deus nos força a mudá-la?” 
“O que é a realidade? É a maneira como a imaginamos que seja. Se muita gente ‘pensa’ que o mundo é de tal e qual maneira, as coisas à nossa volta se cristalizam, e nada muda por algum tempo. Entretanto, a vida é uma evolução constante – social, política, espiritual, seja lá em que nível for. Para que as coisas evoluam, é necessário que as pessoas mudem. Como estamos todos interligados, às vezes o destino dá um empurrão naqueles que estão impedindo a evolução.”
“Geralmente sob a forma de tragédia…” 
“A tragédia depende do modo que você a vê. Se escolher ser uma vítima do mundo, qualquer coisa que lhe acontecer vai alimentar aquele lado negro de sua alma, onde você se considera injustiçado, sofredor, culpado e merecedor de castigo. Se escolher ser um aventureiro, as mudanças – mesmo as perdas inevitáveis, já que tudo neste mundo se transforma – podem causar alguma dor, mas logo vão lhe empurrar adiante, obrigando-o a reagir.
Em muitas das tradições orais, a sabedoria é representada por um templo, com duas colunas na porta: estas duas colunas sempre têm nomes de coisas opostas entre si, mas para exemplificar o que quero dizer, chamaremos uma de Medo, outra de Desejo. Quando o homem está diante desta porta, ele olha para a coluna do Medo e pensa: ‘meu Deus, o que vou encontrar adiante?’ Em seguida, olha para a coluna do Desejo e pensa: ‘Meu Deus, já estou tão acostumado com o que tenho, desejo continuar vivendo como sempre vivi’. E fica ali parado. Isso chamamos de tédio.”
“O tédio é…” 
“O movimento que cessa. Instintivamente, sabemos que está errado, e nos revoltamos. Nos queixamos com nossos maridos, esposas, filhos, vizinhos. Mas, por outro lado, sabemos que o tédio e a rotina são portos seguros.”
“Uma pessoa pode passar a vida inteira nesta situação? Ela pode levar o empurrão da vida, mas resistir e continuar ali, sempre reclamando – e seu sofrimento foi inútil, não lhe ensinou nada.” 
“Sim, uma pessoa pode continuar o resto dos seus dias diante de uma das muitas portas que deve ultrapassar, mas ela precisa entender que só viveu mesmo até aquele ponto. Pode continuar respirando, andando, dormindo, comendo – mas cada vez com menos prazer, porque já está morta espiritualmente e não sabe.
Até que um dia, além da morte espiritual, aparece a morte física. Neste momento, Deus perguntará: ‘o que você fez com a sua vida?’ Todos nós temos que responder esta pergunta, e ai de quem disser: ‘fiquei parado diante de uma porta’.”

Texto tirado na Integra do Site:
http://www.osul.com.br/dialogos-com-o-mestre-vi-o-tedio/


terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

SIDNEY CESPEDA: Cepêra Alimentos e Outras Representações

SIDNEY CESPEDA: Cepêra Alimentos e Outras Representações: .   Sidney Cespeda  (11)   9 8354-8569 E-mail:   oic.cespeda@yahoo.com.br Cepêra Alimentos       www.cepera.com.br S...

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Para Ler , Cespeda&Citações : O que fazer diante das ameaças?

Para Ler , Cespeda&Citações : O que fazer diante das ameaças?: Ao longo da vida, hoje e no futuro, nós somos nossas forças, nossas fraquezas. Elas nos definem, juntamente com as nossas oportunidad...

O que fazer diante das ameaças?



Ao longo da vida, hoje e no futuro, nós somos nossas forças, nossas fraquezas. Elas nos definem, juntamente com as nossas oportunidades, nossas ameaças. Ameaças internas, ameaças externas.
Entre as externas, estão as mudanças que nos perturbam. O peso do tempo no nosso corpo, em nossa história
Primeiramente, temos que dar nomes a elas. Segundo, temos que nos firmar interiormente, colocando em ordem nosso mundo interior para enfrentar as ameaças. Terceiro, temos que confiar que podemos ir além... Além do que nós somos, além do que nós temos, além do que nós fazemos. Sabendo que Deus está conosco nessa jornada, todos os dias, de autosuperação, que é a mais difícil das superações.
Devemos usar ameaças, perigos, dificuldades como grandes momentos, para fazermos novos movimentos, para sairmos das cavernas para onde as ameaças nos empurraram, começando uma reviravolta, uma revolução nas nossas vidas, em novas direções, para fazermos mais e melhor, para sermos mais e melhores.
Postado por Sidney Cespeda  
 
ISRAEL BELO DE AZEVEDO
Nascido em 1952, Israel Belo de Azevedo construiu uma sólida carreira acadêmica ... Autor de mais de 20 obras nas áreas de teologia, história do cristianismo,


Para Ler , Cespeda&Citações : QUAL O TAMANHO DE DEUS ?

Para Ler , Cespeda&Citações : QUAL O TAMANHO DE DEUS ?: QUAL O TAMANHO DE DEUS ? Pai e filho passeavam e conversavam sobre diversos assuntos, até que em determinado momento, o filho per...

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Para Ler , Cespeda&Citações : QUAL O TAMANHO DE DEUS ?

Para Ler , Cespeda&Citações : QUAL O TAMANHO DE DEUS ?: QUAL O TAMANHO DE DEUS ? Pai e filho passeavam e conversavam sobre diversos assuntos, até que em determinado momento, o filho per...

QUAL O TAMANHO DE DEUS ?

QUAL O TAMANHO DE DEUS ?

Pai e filho passeavam e conversavam sobre diversos assuntos, até que em

determinado momento, o filho pergunta ao pai:

– Papai, qual o tamanho de Deus?

O pai pensou, pensou, tentando achar a melhor resposta, pois queria que o filho

entendesse de forma simples, mas não queria frustrá-lo com uma resposta do

tipo:”ah, filho, Ele é infinito”, pois talvez o menino continuasse não 

entendendo.

Então ao olhar para o céu o pai avistou um avião, era o maior avião que existe, 

era um Jumbo e ele perguntou ao filho:

– Que tamanho tem aquele avião?

O menino levantou a mão pro céu, mediu e disse:

– Papai, tem o tamanho da palma da minha mão!

Então o pai totalmente empenhado em fazer o filho entender, o levou ao 

aeroporto em frente aquele mesmo avião (o avião tinha 19,4 metros de altura e

70,7 metros de comprimento, com capacidade pra 467 passageiros) e ao chegar

próximo de um avião perguntou:

– Filho e agora? Qual o tamanho desse?

O menino, saltitando de alegria e espantado em ver de perto algo como aquele,

disse:

– Nossa papai! Esse é muito, muito grande! Ele é imenso!

O pai então disse:

– Filho este é o mesmo avião, e com isso eu quero que você entenda o tamanho

 de Deus:


O tamanho vai depender da distância que você estiver Dele. Quanto mais perto

você estiver Dele maior Ele será em sua vida e quanto mais longe você estiver 

menor Ele será.

Publicado por Sidney Cespeda

Desconheço autoria.